Aprender e estudar são ações diferentes. Estudamos para aprender, mas não aprendemos somente estudando.

Você já parou para pensar no caminho trilhado até chegar à sua profissão? Tudo começou com os primeiros passos, a escolinha, o colégio, os cursos de idioma… Assim, você foi passando por cada etapa até escolher os rumos da sua carreira. Durante esses anos, você estudou e, por isso, aprendeu tudo o que sabe, correto? Sim, mas não inteiramente correto.

Aprender e estudar são ações diferentes. Estudamos para aprender, mas não aprendemos somente estudando. Isso porque a aprendizagem, ao longo da vida, pode ser formal e informal. Na escola, você aprendeu o que o professor ensinou – logo, você teve uma aprendizagem formal. Porém, fora da escola, no convívio social, você aprendeu outros temas – assim, você teve uma aprendizagem informal, que acontece todos os dias nas mais diversas situações cotidianas.

Tais situações, inclusive, mostram que nem todos os conhecimentos adquiridos na educação formal foram necessários para a sua carreira. Você já se perguntou: “Por que eu aprendi matriz, em matemática, se nunca usei?”. Esses questionamentos são comuns, considerando que o nosso trabalho exige mais habilidades práticas do que teóricas. Porém, muitos profissionais se baseiam nas aprendizagens formais ao escolher suas carreiras. Isso acontece porque o ser humano é dotado de múltiplas inteligências.

Pesquisadores da universidade de Harvard, nos Estados Unidos, liderados pelo psicólogo Howard Gardner, elaboraram um estudo que descreve as múltiplas inteligências do ser humano. Esse estudo mostra que cada um tem habilidades diferentes e precisa trabalhar outros aspectos para melhorar. Por isso, mesmo quando atingimos nossa satisfação profissional, devemos nos atualizar para agregar a aprendizagem formal à nossa vida social e ao trabalho.

Mas como estudar com tantas tarefas no dia a dia? Largando o emprego? Deixando o lazer de lado? Ausentando-se da família? Muitas soluções menos drásticas podem ser escolhidas e, uma delas, é a Educação a Distância (EaD).

Deixa-me adivinhar: você está pensando que, sem a ajuda de um professor, dificilmente conseguirá aprender alguma coisa. Saiba que a aprendizagem, antes de tudo, é uma motivação individual, que não depende somente de metodologias.

Com a globalização e o fácil acesso às informações por meio da internet, os estudos on-line se tornaram parceiros na aprendizagem de profissionais que desejam se atualizar sobre temas que contribuam para suas carreiras. Além disso, a EaD permite que você administre sua aprendizagem, sendo independente no seu processo educacional e ativo na busca de novos conhecimentos. “Mas e a aprendizagem informal, que eu teria caso interagisse com meus colegas de classe?” A aprendizagem informal, adquirida por meio da troca de experiências, faz-se presente na EaD por meio da interação on-line entre os alunos. Isso porque os ambientes virtuais em que os cursos são disponibilizados são formados por ferramentas que possibilitam a troca de conhecimentos e experiências, como chats, fóruns, webconferência, grupos de estudo, biblioteca, downloads, entre outras.

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